quarta-feira, 9 de Dezembro de 2009

Uma pedra sobre o assunto


Continuo a ficar surpreendido com o que se consegue encontrar na linha de caminho de ferro.
Neste caso, como se deita fora, em meio de uma viagem, uma máscara de protecção, agora muito usada por via do H1N1?
Mas, mais confuso ainda, como foi uma pedra parar em cima dela, se pensarmos que os passageiros não têm acesso à linha?


Texto e imagem: by me

O prazer do depois da chuva


By me

How long does it take to go from now to then?


By me

Mitene


Nem sempre são apenas os sapatos que ficam para trás.

Naqueles tempos


Naqueles tempos, em ’78, as manifestações aconteciam, fosse qual fosse o tempo que fizesse!

Texto e imagem: by me

terça-feira, 8 de Dezembro de 2009

Feriado


É feriado, nove e pouco da manhã de um dia que se prevê seco, ao invés dos anteriores.
Aproveitando o dia, alguns arejam as roupas de cama, tentando tirar odores e esperando que não humedeçam.
Outros aproveitam o dia para ficar um bom pedaço mais na cama, que não haverá patrões ou relógios de ponto à espera.
Outros ainda preparam-se para um árduo dia de trabalho no comércio, que os primeiros usarão, pela certa, a tarde para as habituais compras de natal, este ano bem mais escolhidas por via da crise.
Só o canário, esse coitado, passará o dia como todos os outros, na sua gaiola que não é dourada mas amarela. Resta saber se saberá que aquele outro que vê na janela não é um companheiro de infortúnio.

Texto e imagem: by me

Um olhar - O canito


segunda-feira, 7 de Dezembro de 2009

A quiet night...


... in a peaceful park, on a quiet fall.
By me

Não é justo!


Então ela vai lá dentro, para as compras de Natal e eu tenho que ficar cá fora, aqui amarrado, ao frio e à chuva?
Não é justo!

domingo, 6 de Dezembro de 2009

Outra vez


Dei com o primeiro, que não estes, há uns quinze dias. Vinha de comboio para casa, já o sol se tinha posto, e havia um candeeiro de rua que o iluminava e bem. Foi mesmo só de corrida que lhe pus a vista em cima.
Com estes a coisa é diferente: exibem-se tristemente na minha rua, mesmo por cima do cafezinho onde, diariamente, recarrego a cafeína que me acorda.
A única coisa que vejo de interessante nesta moda de pendurar o bom do velhote à janela, à chuva e ao vento, é ficar a saber, com uma certeza razoável, que naquelas habitações vive uma criança.
Quanto ao resto, é uma piroseira, uma já tradicional demonstração de consumismo sem originalidade, para gáudio das lojas dos trezentos e dos chineses, que os vão vendendo bem, tal como os cordões luminosos de colocar nas janelas.
Aliás, vende-se bem mais disto e de outros enfeites que aquilo que, efectivamente, acontece nesta época: a comemoração do nascimento de alguém que, por si só ou porque a história assim o quis, ainda hoje influencia a humanidade. Que se contem nas montras, mais populares ou mais dispendiosas, os pais natal e os presépios e façam-se as contas.
Por mim, que até nem sou crente, comprei um presépio, que a seu tempo aqui exibirei. Trabalho artesanal, feito por um cidadão brasileiro, de seu nome Simão Bolívar, usa exclusivamente materiais reciclados de latas, rolhas e arame para nos fazer sorrir perante o seu mostruário. Bem, o sorriso não sei se advém do que nos mostra se das estórias que a esse propósito nos conta. Que, ouvi-lo, é uma delícia.
E no seu mostruário não consta nenhum Pai Natal. Felizmente!


Texto e imagem: by me